2º d.pedro 2º - 2009

Projeto contemplado pela Lei de Fomento ao Teatro da Cidade de São Paulo (XII Edição)

Imperador de 1840 a 1889, d. Pedro II teve sua vida contada a partir de episódios repletos de dramaticidade e destacada com base neles. Primeiro monarca nascido no Brasil, Pedro de Alcântara foi comparado ao menino Jesus na tradição portuguesa, revisto como Imperador do Divino na ladainha brasileira, entendido como um novo d. Sebastião pelos últimos fiéis das previsões de Vieira. Filho de Bragança, Habsburgo e parente direto dos Bourbon, d. Pedro era reconhecido como um pequeno deus europeu, cercado por mestiços. Órfão de mãe com um ano, de pai aos dez, imperador aos catorze e exilado aos 64, no seu caminho é difícil notar onde se inicia a fala mítica da memória, quando acaba o discurso político e ideológico; onde começa a história, onde fica a metáfora.

2º d.pedro 2º vem discutir e provocar esses caminhos históricos, místicos e míticos da figura de D. Pedro II. O que os historiadores contam, o que omitem e principalmente em que discordam. Desse modo, explorar o que de real ou virtual pode haver na história e em quem a faz.

Quinto espetáculo da Cia. Les Commediens Tropicales, 2º d.pedro 2º mergulha nos construtores do nosso passado, focando na figura do nosso maior imperador. A cena é um jogo entre os historiadores e suas propensões, interpretações, fontes e imaginação; esses elementos que tornam o passado histórico um virtual para os dias atuais. D. Pedro II segundo quem é o d.Pedro II mais fiel para compreensão do passado e do real estado sócio.político.econômico atual? O foco é justamente a contradição existente nas diversas visões dos historiadores sobre os mesmos eventos históricos. São os historiadores e suas histórias o alvo da empreitada. Esses [VIRTUALIZADORES] que fazem do passado um espetáculo presente, que lançam mão da imaginação para escrever a “suposta†História - essa mesma, com H maiúsculo.



FICHA TÉCNICA

Provocador Cênico
Fernando Villar

Texto
Carlos Canhameiro

Atores
Carlos Canhameiro
Daniel Gonzalez
Jonas Golfeto
Michele Navarro

Trilha
Allen Ferraudo

Música ao vivo
Paula Mirhan

Cenógrafo
José Valdir

Figurinista
Grasiele Sousa

Iluminação
Daniel Gonzalez

Vídeos
Aleph Cinema
Cia. Les Commediens Tropicales

Programação PD
Ricardo Palmieri

Consultoria Histórica
Isabel Lustosa
Rodrigo Touso
Fernando Nunes
José António Pasta


Produção
Carlos Canhameiro

Duração
70 minutos



HISTÓRICO

3ª Temporada - Espaço Sobrevento
03 de julho a 01 agosto de 2010 (Sábado e Domingo)

2ª Temporada - Teatro Paulo Eiró
07 de agosto a 27 de setembro de 2009 (Sexta, Sábado e Domingo)

Estréia - 06 de março de 2009 - Teatro Sérgio Cardoso
Até 26 de Abril de 2009 (Sexta, Sábado e Domingo)

5ª Mostra de Referências Teatrais de Suzano
18 de outubro 2009
Repertório Cia. LCT - SESC Santana
15 e 22 de janeiro de 2010



COMENTÃRIOS

“Em cena, vê-se muita experimentação de linguagem, a montagem conta com projeções de vídeo e imagens de um computador sendo utilizado ao vivo, e uma garra de um elenco que se desprende totalmente do mundo para entrar naquele jogo cênico†- Guilherme Udo, Site EnTEATRO
“Neste sentido, uma das principais contribuições da peça é apresentar ao público uma história “viva†que é acessível e democratiza essa área de conhecimento. Em outras palavras, dá inveja da liberdade deles!†- Renata Duran, historiadora
INFORMAÇÕES TÉCNICAS

Palco Italiano
Medidas Mínimas do Palco:
Largura 8 m / Profundidade 6 m

CENÃRIO

11 arquivos de metal
3 monitores 17â€
1 lona 10x8m
1 tela de projeção 5x3,5m
1 guitarra
1 contra-baixo
1 mesa de áudio
1 retroprojetor

ILUMINAÇÃO

18 PAR F#5 (220V)
18 Elipsos 36º
13 PC 1000W
6 PAR F#2
6 Fresnéis 1000W
4 Base de Chão

SOM

Toda a operação de áudio é feita dentro da cena, são necessários cabos para ligar caixas de som à nossa mesa de áudio.

VÃDEO

1 projetor de vídeo (2000 Lumens, 6000:1 Contraste)
1 câmera vídeo HD
1 computador desktop
1 Netbook

MONTAGEM

Tempo de descarga do material 60 minutos
Tempo de montagem do cenário: 4 horas
Tempo de montagem de luz: 8 horas
Tempo de montagem de som: 2 horas
Tempo de montagem de vídeo: 2 horas
Tempo de ensaio técnico: 2 horas
Tempo para desmontagem: 1 hora


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A ÚLTIMA QUIMERA - 2007


Talvez ninguém em nossa literatura tenha personificado com tamanha força a figura do outsider, do bizarro, do homem com uma sensibilidade fora do normal, como Augusto dos Anjos (I884-I9I4). Incompreendido em seu tempo e quase miserável (como herança à família deixou pouco mais do que os exemplares encalhados de seu único livro), após sua morte, tornou-se um dos maiores poetas brasileiros, com dezenas de edições do seu único livro: Eu.
Por que algumas pessoas não dão certo? O que é dar certo?

Olavo Bilac, Príncipe dos Poetas que, em toda história da nossa literatura, alcançou o maior prestígio e a mais alta identificação popular jamais registrada, em plena vida e por um período duradouro e depois de sua morte, foi relegado ao ostracismo na companhia de todos os parnasianos.

Por que algumas pessoas dão certo? O que é dar certo?

A Última Quimera é um estudo-ensaio-espetáculo, coisa provisória, em constante pergunta sobre qual a contribuição de um artista no processo histórico? Um jogo, inspirado no romance homônimo de Ana Miranda, que subverte regras e experimenta o prazer da finitude, da morte, da poesia e, principalmente: do teatro. O ringue na selva das cidades está armado, de um lado Olavo Bilac, de outro Augusto dos Anjos, no outro canto os atores e no canto último deste quadrilátero, o público. Qual será nossa última quimera ao entrar na luta?

Quem não é culpado pela sua própria arte, não atira contra a sua própria vida!


FICHA TÉCNICA

Autor
Inspirado no livro homônimo de Ana Miranda

Adaptação
Carlos Canhameiro

Atores
Carlos Canhameiro
Daniel Gonzalez
Michele Navarro
Paula Mirhan
Tetembua Dandara
Weber Fonseca

Provocação Cênica
Georgette Fadel
Verônica Fabrini

Videocenografia
Jonas Golfeto

Cenógrafo
José Valdir

Figurinista
Bia Szvat
Isadora Giuntini

Músico / Sonoplasta
Allen Ferraudo

Iluminação
Marcio Aurelio

Produção
Carlos Canhameiro

Duração
85 minutos



HISTÓRICO

3ª Temporada - Sede Cia do Feijão
05 a 27 de junho de 2010 (Sábado e Domingo)
2ª Temporada - Espaço Marcenaria / TSC
10 de outubro até 16 de dezembro de 2007 (Sexta, Sábado e Domingo)
Estréia - 03 de agosto de 2007 Sesc Avenida Paulista
Até 02 de Setembro de 2007 (Sexta, Sábado e Domingo)
Repertório Cinco Anos Cia. LCT - Sesc Santana
Apresentações 29/01 e 05/02 de 2010.



COMENTÃRIOS
“A Cia. LCT pulsa inventividade na peleja Bilac versus Augusto dos Anjos, e quem leva é o público†- Valmir Santos, Folha de São Paulo
“A Última Quimera não pode ser reduzida a ismos, nem pode ser vista como um todo bem acabado. Não me pareceu a idéia do grupo. Vejo tudo como uma colagem de temas que vêm de provocações†- Fabrício Muriana do site Bacante
“Em vez de explorar uma trama, a opção foi por perfilar pessoas que passaram pela vida de Augusto dos Anjos, como sua mulher, sua irmã e sua filha, e escritores, como Raul Pompéia†- Beth Néspoli do Estado de São Paulo
“Criativa, a encenação é ambientada num cemitério e dosa lirismo e bom humor. Quem não conhece o legado poético dos dois escritores fica interessado em descobrir. Aqueles já familiarizados não se desapontam. – Dirceu Alves Jr, Veja São Paulo
“E assim, este estudo-ensaio-espetáculo se constrói, nutre-se e nos faz experimentar a finitude, o prazer da poesia, o sabor da morte, do teatro em si†- Ruy Neto do Site Bigorna



INFORMAÇÕES TÉCNICAS

Espaços Alternativos (público disposto em corredor)
Preferencialmente com linóleo preto
Medidas Mínimas do Palco:
Largura 10 m / Profundidade 5 m
Pode ser adaptado para palco italiano desde que o público esteja no palco

CENÃRIO

7 tumbas de madeira
1 caixão de madeira
1 rampa de madeira, com rodas
3 televisores
7 cabides pendurados
20 calças de tecido

ILUMINAÇÃO

16 PC 1000W
5 Setlight 1000W 
11 PAR F#5 
4 Loco Light
4 PAR F#1
8 Elipsos 36º
4 Elipsos 50º
2 Torres
5 Bases de Chão
Durante todo o espetáculos cerca de 20 velas se mantêm acesas

SOM

CD player
3 microfones sem fio com pedestal
1 microfone shotgun

MONTAGEM

Tempo de descarga do material 30 minutos
Tempo de montagem do cenário: 2 horas
Tempo de montagem de luz: 6 horas
Tempo de montagem de som: 30 minutos
Tempo de ensaio técnico: 2 horas
Tempo para desmontagem: 1 hora




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CHALAÇA a peça - 2006


Este espetáculo foi contemplado pelo Prêmio Estímulo Flávio Rangel – 2005 da Secretaria de Estado da Cultura.
O que se esconde nas sombras da história do Brasil que serve de material tanto para romances picarescos quanto para dramas televisivos? Quem são essas personagens de atuação real que influenciaram e continuam a influenciar todas as ações políticas e sociais do Brasil? Por que os mitos brasileiros nunca são expostos em suas ações mais comezinhas e cotidianas, reveladoras de uma formação burguesa equivocada e uma classe política desajustada?

CHALAÇA a peça não responderá a nenhuma dessas questões. Apenas levantará as perguntas.

Partindo do livro O Chalaça de José Roberto Torero, a Cia. Les Commediens Tropicales traz à cena personagens históricos (ou não!) para depor sobre os eventos importantes (ou não!) do período que abrange desde a chegada da Corte Portuguesa no Brasil até a retomada do Trono Português por D. Pedro I (de 1807 a 1834). Estão presentes neste interrogatório particular mais de 30 figuras que revelam (ou escondem!) memórias das ações políticas, sociais, econômicas e privadas do Brasil Colônia e Império (se houver diferença!).

D. Pedro, Imperatriz Leopoldina, D. Amélia, Debret, Marquesa de Santos, Calimério da Cruz, Marques de Barbacena, Augusto May, João Cartola, são algumas das figuras que se entrelaçarão durante o espetáculo e que comparecem nessa revista da história nacional... O CHALAÇA? A figura sombra, como diversas outras da nossa história, aparece, mas como convém a esse tipo de personagem: pelas costas. É a peça do quebra-cabeça ou a peça que faz a história andar ou a peça, aquela, que a gíria exprime tão bem.

O espetáculo é encenado por Marcio Aurélio e propõe uma continuidade na pesquisa da Cia. de como contar histórias, eliminando tudo o que é supérfluo no teatro e se concentrando no trabalho do ator contemporâneo, na cena épica e na literatura brasileira, e suas inúmeras possibilidades de surpreender o público. “Castigat ridendo moresâ€

FICHA TÉCNICA

Encenação
Marcio Aurelio

Autor
Inspirado no livro O Chalaça de José Roberto Torero

Adaptação
Cia. Les Commediens Tropicales

Texto Final
Carlos Canhameiro

Atores
Carlos Canhameiro
Daniel Gonzalez
Jonas Golfeto
Michele Navarro
Paula Mirhan
Tetembua Dandara
Weber Fonseca

Cenógrafo e Figurinista
Daniela Elias
Gabriel Braga

Músico / Sonoplasta
Allen Ferraudo

Iluminação
Marcio Aurelio

Produção
Carlos Canhameiro

Duração
75 minutos


HISTÓRICO

Selecionado para o FLORIPA TEATRO 2009.
Selecionado para o 10º CAXIAS EM CENA.
Selecionado para o 15º PORTO ALEGRE EM CENA.
Selecionado para a VIAGEM TEATRAL DO SESI - 2008
Selecionado para o 22º FESTIVALE
Selecionado para o 14º Festival Nacional de Teatro de Presidente Prudente
Selecionado para o 7º Festival Nacional de Teatro de Resende
Vencedor Melhor Texto e Melhor Pesquisa Autoral
Selecionado para o 1º Festival Nacional de Teatro de Piracicaba
Selecionado para 10º Festival Nacional de Teatro de Americana
Vencedor Melhor Atriz - Paula Mirhan
Repertório Cinco Anos Cia. LCT - Sesc Santana
Apresentações 12 e 19 de fevereiro de 2010.
8ª Temporada - Associação Paidéia
07 a 29 de agosto de 2010 (Sábado e Domingo)
7ª Temporada - Espaço Parlapatões
13 de Agosto a 01 de Outubro de 2009 (Quinta-Feira)
6ª Temporada - Teatro Sérgio Cardoso
01 de Agosto a 07 de Setembro de 2008 (Sexta, Sábado e Domingo)
5ª Temporada - Teatro Cacilda Becker
11 de Maio a 10 de Junho de 2007 (Sexta, Sábado e Domingo)
4ª Temporada - Teatro Sérgio Cardoso (Sala Pascoal Carlos Magno)
17 de Janeiro a 01 de Março de 2007 (Quarta e Quinta)
3ª Temporada - TUSP (Teatro da USP)
27 de Setembro a 26 de Outubro de 2006 (Quarta e Quinta)
2ª Temporada - Teatro Alfa
26 de Agosto a 10 de Setembro de 2006.
1ª Temporada - Sesc Santana
17 de Junho a 08 de Julho de 2006.
Apresentações na Paidéia Associação Cultural
17 e 18 de Novembro de 2006
Indicado a 3 categorias do Prêmio Qualidade Brasil 2006
Melhor Peça Comédia / Melhor Diretor - Marcio Aurelio / Melhor Ator - Carlos Canhameiro

COMENTÃRIOS
“Retrato ácido do Primeiro Reinado†- Revista História Viva
“A montagem é paradigma de comédia bem-sucedida. É claro que texto e direção cumprem papel de importância, mas sem um elenco de grandes intérpretes não se alcança bom resultado no gênero†- Marici Salomão
“A seqüência desarmante de uma competição de escatologia até as últimas conseqüências contribui muito, imagina-se, para garantir aos Commediens uma torcida fiel†- Sérgio Coelho, ex-crítico da Folha de São Paulo
“É um teatro cuja face séria se dilui à primeira vista, mas não depois disso. Vale a pena assistir†- Maria Lúcia Candeias, ex-crítica da Gazeta Mercantil
“É como se o espectador acompanha-se uma CPI do Império. Só que divertida†- Beth Néspoli, Jornal OEstado de São Paulo
“Seus hilários depoimentos temperam a história com dados reais e fictícios que não estão nos livros†- Revista Veja São Paulo
“O público sofre a ironia dos que estão no palco na cena da pausa para o cafezinho. Quem precisava de café naquela altura do espetáculo era eu†- Fabrício Muriana do site Bacante
“Se você tem namorada, imagine ela vendo as genitálias de outro homem em sua frente, "ao vivo". E tem gente que fala que tudo isso é normal. Cadê o respeito, a decência e censura?†- Júlio Monqueiro em crise depois de apresentação no FESTIVALE
“A encenação é decididamente criativa. Com ares de CPI, parece que estamos assistindo à TV Senado, TV Câmara, e por aí afora†- Paulo Ricardo, Festival Porto Alegre em Cena
“O refinamento, não só nos trajes como também nos modos, vai sendo cada vez mais desconstruído à medida que este espetáculo irreverente, satírico e debochado avança†- Daniel Schenker Wajnberg, Jornal Tribuna do Rio de Janeiro
“A última semana do 15º Porto Alegre em Cena trouxe obras tão polêmicas quanto reveladoras. A figura do Chalaça, personagem dos bastidores da história imperial brasileira, saiu das páginas de um romance para a ribalta teatral através de montagem paulista que agradou a quem a assistiu†- Antônio Hohlfeldt, crítico do Jornal do Comércio

INFORMAÇÕES TÉCNICAS

Palco Italiano
Preferencialmente com linóleo preto
Medidas Mínimas do Palco:
Largura 7 m / Profundidade 5 m

CENÃRIO

7 cadeiras
3 televisões
1 cafeteira
2 prumos amarrados em cordas brancas
1 máquina de fumaça
Rosas dos ventos desenhada no palco com fita rosco branca

ILUMINAÇÃO

24 PC 1000W com 
12 Elipsos ETC 750 36º com íris
6 Fresnéis 1000W 
31 PAR 64 F#5 (220V) 
8 Torres

SOM

CD player
1 microfone sem fio com pedestal

MONTAGEM

Tempo de descarga do material 30 minutos
Tempo de montagem do cenário: 2 horas
Tempo de montagem de luz: 8 horas
Tempo de montagem de som: 30 minutos
Tempo de ensaio técnico: 2 horas
Tempo para desmontagem: 1 hora




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O Pato Selvagem - 2010

O Pato Selvagem - 2010
Projeto contemplado pelo Prêmio FUNARTE Myriam Muniz de Fomento ao Teatro 2008
A peça O Pato Selvagem foi escrita em 1884 pelo dramaturgo norueguês, Henrik Ibsen. A trama apresenta um fotógrafo imerso em um lar cercado de meias verdades na companhia de sua esposa, sua filha e seu pai, até que um amigo de infância, cego pelo desejo de justiça a todo custo, reaparece e busca revelar a parte escondida das verdades que sustentam as relações desta pequena família.

A Cia Les Commediens Tropicales realiza um mergulho nas entranhas deste drama para trazer à tona as mentiras necessárias, as verdades inconvenientes e algumas engrenagens que tornam a vida cotidiana possível e suportável. Se a verdade liberta, se a mentira é vital, se acreditar é apenas um exercício da imaginação são ponderações sem respostas dentro deste mergulho.

“Eis o terrível de tudo: não sei o que devo pensar ou em qual mentira acreditar, e jamais saberei.†– Com essas palavras o fotógrafo Anselmo Ekdal dá o tom desta montagem. O Pato Selvagem é um convite aos olhos, ouvidos e coração para desfrutar a inquietude dos dias contemporâneos, suas instabilidades, seus pequenos prazeres e superações necessárias no drama cotidiano.



FICHA TÉCNICA

Texto
Henrik Ibsen

Tradução e Adaptação
Cia Les Commediens Tropicales

Texto Final
Carlos Canhameiro

Encenação
Cia Les Commediens Tropicales

Atores
Carlos Canhameiro
Daniel Gonzalez
Jonas Golfeto
Michele Navarro
Paula Mirhan
Weber Fonseca


Cenografia
José Valdir
Ricardo Palmieri

Figurinos
Juliana Roso

Iluminação
Daniel Gonzalez

Vídeo Mapping
Intlab.cc

VideoArt
Espaço Líquido
Cia. Les Commediens Tropicales


Pensamento Corporal
Tica Lemos

Assistência Geral
Tetembua Dandara

Produtor
Carlos Canhameiro

Duração
85 minutos



HISTÓRICO

Estréia - 09 de janeiro de 2010 - Sesc Santana
Até 21 de fevereiro de 2010 (Sábado e Domingo)

FIT - Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto 2010
19, 20 e 21 de julho 2010

FILO - Festival Internacional de Londrina 2010
13 e 14 de junho 2010

ETC - Encontro de Teatro da Cidade de Guarulhos
28 de julho de 2010



COMENTÃRIOS

“Sem essa de tristes trópicos. Desde 2003, a companhia Les Commediens Tropicales, de Campinas, encena as idiossincrasias das terras abaixo do Equador com irreverência – e sustentando no palco uma cadência que joga para a coxia todo traço de melancolia†- Lucas Neves, Folha de São Paulo

“Pelas mãos da Cia. Les Commediens Tropicales, a fábula criada em 1884 chega ao palco revestida de surpreendente contemporaneidade†- Dirceu Alves Jr, Revista Veja São Paulo

“Não entendo como um orçamento tão apertado como o do FILO possa trazer espetáculos como O Pato Selvagem, uma mistura infeliz de texto e parafernália que faz com que o público saia do teatro sem entender pra quê entrou ali†- Flávio Rodrigues, coluna EU ACHO, do Jornal de Londrina

“Para os Commediens Tropicales, nem a Escandinávia é tão triste assim†- Lucas Neves, Folha de São Paulo

“Uma aula de como transformar um texto do século 19 em uma peça ultra-moderna, com um visual enlouquecedor e rechear de pitadas de surrealismo†- Sílvio Góis, jornalista experimental

“O Pato Selvagem, de Henrik Ibsen, adaptada pela Cia. Les Commediens Tropicales, é uma explosão pirotécnica ao som de rojões. Em roupagem multimídia, a música pop em alta voltagem, as projeções e os figurinos imaginosos criam uma vivacidade atordoante†- Christiane Riera, crítica da Folha de São Paulo

INFORMAÇÕES TÉCNICAS

Palco Italiano com Linóleo Preto
Medidas Mínimas do Palco:
Largura 8 m / Profundidade 6 m

CENÃRIO

5 placas 1.10m x 3.00m revestidas com tela projetiva
1 placa 1.10m x 1.50m revestida com tela projetiva
1 placa 1.10m x 3.00m revestida com tela holográfica
1 placa 5.00m x 0.50m revestida com tela projetiva
1 placa 5.00m x 1.10m revestida com tela projetiva (vara de cenário)
2 rampas de madeira (1m x 0,5m)
1 cubo de madeira (1m x 0,5m)
1 cadeira com rodas
1 case de madeira (0,7m x 0,8m x 1m) para transporte dos aparatos eletrônicos

ILUMINAÇÃO

8 Elipso 36º
16 Elipso 50º
11 PC 1000W
5 Barndoor de PC
14 Fresnéis
8 PAR F#1 (220V)
16 PinBean
20 PAR F#2
10 Torres
4 Base de Chão

SOM

4 microfones sem fio
4 pedestais para os microfones
1 microfone de lapela
1 microfone Shotgun MZH 68
01 Boom Pole, 01 Shockmount for boom Pole
1 CD Player

VÃDEO

1 projetor de vídeo (6000 Lumens, resolução 1280x768 nativa (com entrada HDMI y VGA))
1 cabo RCA que conecte o palco ao computador
1 cabo VGA que conecte o projetor ao computador com os vídeos.


MONTAGEM

Tempo de descarga do material 60 minutos
Tempo de montagem do cenário: 8 horas
Tempo de montagem de luz: 12 horas
Tempo de montagem de som: 2 horas
Tempo de montagem de vídeo: 4 horas
Tempo de ensaio técnico: 3 horas
Tempo para desmontagem: 2 horas




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